Due diligence para instituições bancárias para diminuir abertura de contas laranjas

Prática é fundamental para evitar fraudes e integra política dos bancos

O due diligence é um processo que ajuda os bancos no combate a fraudes. Com a medida, as instituições financeiras conseguem evitar que pessoas abram contas laranjas.

Recentemente, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse em entrevista que vai responsabilizar os bancos com contas laranjas envolvidas em golpes. 

De acordo com Neto, o objetivo é combater golpes via pix. Dessa forma, os bancos precisam ainda mais de uma forma de combater esse tipo de fraude.

No entanto, existem maneiras pelas quais os bancos podem reforçar sua segurança para que as contas em atividade neles não sejam utilizadas para golpes. Uma dessas maneiras é a prática de checagem de antecedentes, também conhecida como due diligence.

Mas afinal, você sabe o que significa “due diligence” e como essa prática funciona? Então vamos ao passo a passo!

O que é due diligence?

Due diligence significa “diligência devida” ou “diligência prévia”. Portanto, quer dizer fazer uma pesquisa inicial, ou seja, levantar dados antes de tomar alguma decisão. O principal objetivo é evitar que surjam problemas depois.

Na prática, due diligence realiza o mesmo processo que o background check, que envolve uma avaliação de riscos. Portanto, ajuda a prever possíveis problemas.

Não só o processo é importante para bancos, como para outras empresas. Entre elas, condomínios e shoppings, por exemplo.

Leia também: Entenda como o background check é importante para o seu condomínio comercial 

Como o due diligence funciona?

Agora que você já sabe o que significa o termo due diligence, vamos ao segundo passo. Afinal, como esse processo funciona?

Em primeiro lugar, é preciso saber o objetivo desse procedimento. No caso dos bancos, o intuito é verificar todos os dados dos clientes que querem abrir uma conta. Por exemplo, o banco pode solicitar dados sobre uma pessoa física ou jurídica. Para isso, basta informar o CPF ou CNPJ para análise de riscos.

Assim, pode ser verificado se a pessoa tem alguma pendência na Justiça. Além disso, é viável pedir antecedentes criminais, histórico de processos e fraudes.

Já no caso de uma conta jurídica, o banco pode saber se o CNPJ está com alguma restrição. Por exemplo, a due diligence mostra a situação contábil e fiscal da empresa. Também aponta fraudes ou erros, situação no mercado, riscos e processos. Com todos estes dados, sabemos se a empresa já cometeu alguma fraude.

Se for de interesse para a empresa ou banco, o due diligence também mostra restrições no nome. Dessa maneira, o banco consegue prevenir a abertura de contas laranjas para golpes.

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Embora muitos bancos já estejam combatendo contas laranjas, é hora de reforçar as medidas, afinal, nenhuma instituição bancária quer problemas com o Banco Central.

Por fim, também é possível fazer uma pesquisa sobre contas que já estão ativas. Com isso, o banco pode descobrir contas laranjas existentes.

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